Amigos, parentes e colegas de trabalho deram o último adeus ao sargento Amarildo Araújo Novaes de 47 anos. Ele morreu na manhã de ontem (29), supostamente após cometer um duplo homicídio e se suicidar no estacionamento em frente ao quartel do 2º GBM- Grupamento de Bombeiros Militares, no bairro Tomba, em Feira de Santana.

                                          Ney Silva/Acorda Cidade

Amigos, parentes e colegas de trabalho deram o último adeus ao sargento Amarildo Araújo Novaes de 47 anos. Ele morreu na manhã de ontem (29), supostamente após cometer um duplo homicídio e se suicidar no estacionamento em frente ao quartel do 2º GBM- Grupamento de Bombeiros Militares, no bairro Tomba, em Feira de Santana.
O sepultamento ocorreu por volta das 11h30min de hoje (30) no cemitério São João Batista, no bairro Mangabeira.Durante toda a manhã foi grande a movimentação no centro de velório do SAF (Serviço de Assistência Familiar) e depois no Cemitério. A mulher do sargento, Vanusa Novaes, filho e filhas além de irmãos e demais parentes foram se despedir do militar.

Pessoas que tinham ligações bem próximas ao sargento Novaes ainda estão sem entender as razões dele supostamente ter cometido o crime e depois tirar a própria vida.
Capitão não acredita em suicídio

Amigo pessoal e instrutor de Novaes quando ele ainda era soldado, o capitão Jorge Nunes, que trabalha no CPRL (Comando de Policiamento Regional Leste) não acredita que o sargento tenha praticado o duplo homicídio e em seguida se suicidado.
Ele foi ao velório e depois ao cemitério para acompanhar o sepultamento.

O capitão informou que cerca de 15 dias manteve o último contato com Novaes e que não notou qualquer tipo de dificuldade que ele tivesse passando. “Estive naCiretran com ele que não deixou transparecer qualquer tipo de pressão", afirmou Nunes. Ele destacou que a moral do sargento Novaes era intocável e que Deus é que agora pode julgá-lo.

Ele acrescentou ainda que se durante as apurações das mortes for confirmado que Novaes praticou os crimes e depois o suicídio será uma grande surpresa para os amigos e parentes que não entenderão o que o levou a praticar esse ato.
O soldado Adiel, que trabalha no Pelotão Asa Branca da Ceto (Companhia Especial Tático Ostensiva), lamentou a morte do sargento Novaes
. Em nome dos colegas ele fez um pequeno discurso no momento do sepultamento. "Quem conhece sabe o colega que ele representava para a gente por isso peço a todos para me acompanhar na canção Força Invicta", afirmou.

Essa é a canção da Polícia Militar da Bahia e foi cantava por Adiel e outros militares com muita emoção. O próprio soldado a entoou chorando bastante. A canção enaltece a bravura militar falando de armas e glórias.
Fotos: Ney Silva/Acorda Cidade








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