Deus Proverá
INTRODUÇÃODeus chamou a Abraão e pediu que oferecesse a Isaque como holocausto (oferta de sacrifício). Abraão não questionou Deus, na mesma hora começou a fazer os preparativos. Olhando para Abraão vejo ai um homem que conhecia o Senhor, Abraão sabia em quem ele tinha crido. Hb. 11: 17 a 19. Da mesma forma que Deus proveu o escape para Abraão, em todo o tempo Deus sempre proveu o escape para o seu povo. Deus nunca abandonou os abandonou. Dt. 8: 1 a 7.
EM TEMPO DE FOME: Deus enviou uma grande fome na Terra nos tempos de Jacó. Mas Deus já tinha preparado um escape para o povo. E para a família de Jacó. Gn. 41: 1 a 44: Gn. 42, 42, 44, 45 e 4.
TEMPO DE PROVER ALIMENTAÇÃO: Quero dizer uma coisa para você, meu irmão, eu não sei qual a sua fome se é do seu corpo físico ou se  é espiritual. Mas sei que estamos vivendo tempo de miséria, tempo de fome, e desemprego. Tempo de miséria espiritual, fome da palavra, pois há pouca palavra nos cultos. Mas tenha certeza se você crer Deus proverá o alimento necessário para você.Jõ.6: 51; Jõ. 6: 35, Lc. 9: 10: 17; Mt. 6: 25 a 33.
TEMPO DE ESCRAVIDÃO: O povo hebreu viveu no Egito por quatrocentos anos na escravidão dos egípcios, sendo oprimido por Faraó e pelo povo. Mas Deus não se esqueceu deles. Ex. 3: 1 a 10; Ex. 6: 1 a 8.
TEMPO DE DEUS PROVER A LIBERTAÇÃO: Se Deus esqueceu do povo de Israel no Egito, também não esquecerá de você. Pois seja o que for que estiver te escravizando o Senhor  agora vai te libertar . Basta você crer. Cl.1: 13 a 23; Gl. 5: 1; Jõ. 8: 34 a 36; Sl.70: 5; Sl. 44: 2.
TEMPO DE CONQUISTA: Deus não só deu livramento, mas também fez cumprir as promessas. Prometeu terras para o povo, e levantou a Josué, na frente para conquistar as terras.Js. 1: 1, 2 e 3.; tomada de Jericó: Js. 6; tomada de Ai; Js. 8; tomada de Gibeom: Js. 10; todos os Reis derrotados Js. 12
                              
TEMPO DE DEUS PROVER A PROMESSA: O que o Senhor prometeu para você ele vai cumprir, mas você tem que ir buscar, tem que crer, se esforçar, se animar e tomar atitude. Lc. 17: 7 a 10.Pois é tempo de Deus cumprir a promessa. Hb.10: 19 a 23; Jõ. 10: 9; Pv. 21: 31; I Co. 15: 57.
TEMPO DE GUERRA: Deus sabendo o tempo que viria pela frente tratou logo de arrumar um Rei,segundo o seu coração. At. 13: 22. homem valente, de guerra, fiel, e temente a Deus. Deus era com Davi, pois ninguém venceu tantas guerras como o rei Davi. Davi foi o maior guerreiro da história de Israel. II Sm. cap. 8; I Sm. 17: 45 e 46.
TEMPO DE DEUS PROVER A VITÓRIA: Talvez você esteja passando por lutas, a sua vida seja uma guerra. Mas saiba que nesta batalha você não está só. II Cr. 20:15 a 17; Jr 20:11. Jesus em pé sinal de vitória. At 7:56.
TEMPO DE FALSIDADE E MENTIRAS: Deus também provê livramento para o povo de Israel numa época em que só havia falsos profetas e mentirosos. Mesmo neste tempo Deus levanta um verdadeiro profeta. Jr. 1:4 a 13; Jr. 1 a 9; Jr. 7:1 a 1.
TEMPO DE DEUS PROVER A VERDADE: Nos tempos que estamos vivendo vemos coisas como nos tempos de Jeremias. Mas Deus tem um povo que tem temor, tem fome da Palavra e que não vai ser intimidar, ao contrário, vai pregar o verdadeiro Evangelho. At. 18:9 e 10; II Tm. 4:1 a 5; Jõ. 8:47; Jõ 16 e 17; Jõ 6:60 a 68.
TEMPO DE EXÍLIO: Nos tempos de Daniel, Israel pecou, andou pelos caminhos da idolatria, e o povo foi cativo e exilado. E Daniel ainda jovem foi exilado. Mas Deus era com ele em terras estranhas. E Deus deu vitória e livramentos. Dn. 1:1 a 20; Dn 3:1 a 25; Dn 6:1 a 23; Is.43:1 a 7.
TEMPO DE PRESENÇA DE DEUS: Exílio é lugar de solidão, abandono, desprezo, um ótimo lugar para se entrar em depressão, ficar doente e até morrer. Você já ouviu falar em morrer de saudade, isto é literal e real. Mas é neste tempo que o homem aprende a confiar em Deus, a ter perseverança, a fé aumenta, crendo sempre. Tempo de ter uma experiência pessoal com o Senhor. Sl 25:15 a 18; Sl 13:1 a 12; Mt. 28:20b.
TEMPO DE ESCURIDÃO: Quando Jesus veio ao mundo só a região de Israel tinha luz. O resto do mundo era trevas, mas Deus levantou o apostolo Paulo para levar a luz para os outros povos. At. 26: 9 a 1.
 TEMPO DE PROVER LUZ. O que eu entendo é que muitos estão vivendo na escuridão, pessoas, igrejas, cidades e até pais inteiros O Evangelho é luz para o homem, para as igrejas, cidades e paises, em fim para o mundo todo. Temos que pregar o Evangelho. Rm.1: 16; II Co. 4: 4 a 6; Rm. 13: 12.
Pr. Mario Sampaio

Mulheres yazidis são vítimas de estupros e escravidão no Iraque

Imagem: Anistia Internacional

O relatório “Escape from Hell” (“Fuga do Inferno”), divulgado nesta terça-feira (23) pela Anistia Internacional apresenta as histórias de 42 mulheres e meninas capturadas por militantes sunitas do Estado Islâmico, que conseguiram escapar do controle do grupo após serem submetidas a torturas, estupros, casamentos forçados, vendidas como escravas sexuais, ou entregues como “presentes” a apoiadores dos jihadistas.
“Centenas de mulheres e meninas yazidis tiveram suas vidas destruídas pelos horrores da violência sexual e da escravidão sob o comando do Estado Islâmico”, afirmou Donatella Rovera, diretora de Resposta a Crises da Anistia Internacional, que conversou com ex-reféns do grupo no Norte do Iraque.
Segundo dados do relatório, mais de 300 mulheres e crianças sequestradas já conseguiram fugir do Estado Islâmico, mas a maioria dos yazidis capturados no meio do ano ainda estão sob o controle do grupo.
Os abusos cometidos contra os yazidis, que incluem o uso do estupro como arma de guerra e a conversão forçada ao Islã, são crimes de guerra e crimes contra a Humanidade. Os yazidis seguem uma religião que combina elementos do cristianismo, judaísmo e Islã e são vistos pelos militantes do Estado Islâmico como “adoradores sub-humanos do demônio”. Segundo o relatório, muitas meninas e mulheres cometem suicídio após serem capturadas pelo grupo.
“Fui levada a Mossul e mantida lá o tempo todo”, conta uma sobrevivente de 16 anos, identificada como Randa, que foi “dada de presente” a um homem com o dobro de sua idade. “Um homem chamado Salwan me levou a uma casa abandonada, juntamente com minha prima de 13 anos. Tentamos resistir e ele nos espancou. Ele me forçou a virar sua esposa, e me batia sempre que eu tentava resistir. Não havia nada que eu pudesse fazer. O Estado Islâmico arruinou nossas vidas”.
“As consequências psicológicas e físicas das terríveis violências sexuais que essas mulheres sofreram são catastróficas”, afirma Rivera.
De acordo com a Anistia Internacional, muitas sobreviventes da violência sexual cometida pelo Estado Islâmico não estão recebendo apoio e o amparo que necessitam. O ministro alemão do Desenvolvimento Estrangeiro, Gerd Müller, afirmou que a cidade de Berlim está montando um centro dedicado a receber mulheres vítimas de abusos do Estado Islâmico. O programa, no entanto, só seria capaz de atender a 100 mulheres.
Desde agosto, uma coalizão liderada pelos Estados Unidos tem realizado ataques aéreos contra o Estado Islâmico, que controla largas porções de território na Síria e no Iraque em seu autoproclamado califado.
A Alemanha aumentou o apoio às forças curdas pershmerga, que conseguiram importantes vitórias contra os jihadistas nos últimos dias.
No relatório, a Anistia Internacional pede ao governo da região do Curdistão, às Nações Unidas e a organizações humanitárias que identifiquem sobreviventes da escravidão sexual e ofereçam auxilio médio e serviços de apoio.
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Fonte: O Globo

Movimento contra muçulmanos cresce na Alemanha.

Imagem: Reprodução

O movimento anti-islâmico Pegida (Patriotas Europeus contra a Islamização do Ocidente) atrai cada vez mais adeptos na Alemanha, sobretudo no Leste do país. Na última segunda-feira, 17.500 pessoas foram às ruas de Dresden protestar contra a “islamização” da Alemanha. O ritual das manifestações, que acontecem sempre nesse dia, tornou-se um fenômeno de massa e tem como alvo protestar contra a política do governo de receber milhares de fugitivos das guerras e conflitos nos países muçulmanos.
Em Dresden, Leipzig e no Leste de Berlim, os ativistas e dissidentes começaram a “revolução pacífica” que resultou na queda do Muro de Berlim, em novembro de 1989, indo às ruas protestar usando o slogan “wir sind das volk” (nós somos o povo). Hoje o alvo dos protestos, que mantêm o mesmo slogan, são os fugitivos das guerras civis no mundo islâmico.
“Eles significam um perigo para o futuro dos alemães”, reclamou uma das manifestantes.
O movimento que é controverso, para o cientista político Werner Patzelt, de Dresden, a população do Leste se vê como vítima da imigração muçulmana, embora na cidade, capital do estado da Saxônia, apenas cerca de 2% da população sejam de imigrantes ou seus descendentes. O Pegida está se expandindo também para o Ocidente, onde a adesão, porém, é muito menor do que o número de pessoas que vão às ruas protestar contra a nova onda de xenofobia.
Enquanto o Pegida vê uma infiltração de muçulmanos no Ocidente, em Gölitz, também no Leste, o investidor Winfried Stöcker, dono da maior loja de departamentos da cidade, defendeu em entrevista ao jornal local a “expulsão de todos os negros que vivem na Alemanha”. Ele também é dono da empresa Euroimmun AG, que tem 1.700 empregados em 50 países.
Segundo o bispo de Görlitz, Wolfgang Ipolt, as manifestações de xenofobia estão “envenenando” o Leste.
“É uma falta de respeito usar a mão de obra das pessoas de outros países e, ao mesmo tempo, tentar impedir que elas vivam na Alemanha”.
Frauke Petry, porta-voz do partido Alternativa para a Alemanha, uma agremiação anti-euro com elementos de extrema-direita, diz que o Pegida é um movimento patriota como outros na Europa.
“Devido ao nosso passado, tudo o que tem a ver com patriotismo desperta suspeita na Alemanha”, diz Petry.
A cientista política Lamya Kadar, descendente de imigrantes muçulmanos, vê o grupo como uma iniciativa repleta de ódio, que tem como principal objetivo propagar a aversão à minoria muçulmana.
“Quando eles falam nos islamistas extremistas, não querem dizer apenas os fundamentalistas, mas todos os muçulmanos, também os nascidos na Alemanha. O Islã faz parte da Alemanha, como disse o ex-presidente Christian Wulff. A Alemanha precisa aceitar a minoria muçulmana definitivamente como alemã”,  afirma ela.
Segundo analistas, o Pegida é uma manifestação de xenofobia em reação à explosão do número de refugiados. Depois de receber cerca de 200 mil pessoas em 2014, a Alemanha aguarda cerca de 300 mil no próximo ano. Com a guerra civil na Síria e o avanço dos jihadistas do Estado Islâmico no Iraque, aumenta também a corrente de fugitivos em busca de segurança na Europa, sobretudo na Alemanha, onde são recebidos com infraestrutura organizada, mas com desconfiança.
Em Berlim, a prefeitura está construindo aldeias de contêineres para abrigar os fugitivos. A primeira deverá ser inaugurada em breve. Formada por 350 contêineres, com camas, minicozinhas e banheiros coletivos, têm capacidade para 400 pessoas e fica em Marzahn-Hellersdorf, na antiga Berlim Oriental. O bairro é um dos maiores do país e tem só 2% de estrangeiros.
Uta Sternai, diretora de três centros de refugiados em Berlim, vê com preocupação a nova onda de xenofobia. Segundo ela, a resistência da população, devido a um temor de redução do padrão de vida, é instrumentalizada pela extrema-direita.
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Fonte: O Globo

Médico é acusado de infectar mais de 100 com HIV no Camboja

Imagem: Divulgação

Um tribunal de Justiça do Camboja indiciou por assassinato e outras acusações um médico sem licença que supostamente infectou mais de 100 pessoas com o vírus HIV, segundo informações  divulgadas nesta terça-feira (23) pela imprensa local.
Yem Chhrin, de 53 anos, está sob custódia policial há uma semana e será processado por homicídio, com requintes de crueldade, após infectar intencionalmente pessoas com o vírus, enquanto exercia a medicina sem os certificados necessários.
Pelo menos 105 pessoas, entre elas 19 crianças, moradores da comunidade de Roka, na província de Battambang, no noroeste do Camboja, testaram positivo para o vírus HIV em uma inspeção médica.
Os moradores acusam Chhrin de ter utilizado as mesmas agulhas, sem esterilizá-las, no tratamento de vários pacientes.
Yem Chhrin, formado na década de 1980 nos campos de refugiados após a queda do Khmer Vermelho, era conhecido pela comunidade que atendia há 20 anos.
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Fonte: G1