Vídeo sobre graves riscos do sexo anal é destaque na internet; assista



Imagem: reprodução de vídeoUma aula sobre os riscos inerentes à prática do sexo anal ganhou destaque nas mídias sociais. No vídeo, a doutora Anete Guimarães faz um alerta, à luz do estudo de anatomia humana, sobre os males causados à saúde através do sexo anal, prática que acomete (principalmente) os homossexuais.
A médica ressalta também que a verdade científica sobre o sexo anal confronta com as informações noticiosas, que de maneira tendenciosa, leiga e inconsequente, tentam abordar o tema como algo saudável e natural. Anete desmonta todos os argumentos daqueles que apoiam esta agressão fisiológica.

STF: 7 ações penais contra parlamentares estão prontas



Imagem: DivulgaçãoO Supremo Tribunal Federal (STF) tem sete ações penais contra políticos prontas para julgamento, segundo levantamento feito pela Agência Brasil no sistema de dados da Corte. Um dos processos está na fila há cinco anos, enquanto duas ações penais levaram cerca de dez anos para ficar prontas – o dobro do tempo de preparo da Ação Penal 470, o processo do mensalão.
Para o ministro do STF Marco Aurélio Mello, a demora no julgamento desses processos é arriscada. “Para o direito penal não há nada mais danoso que a passagem do tempo, pois há o risco de prescrição”, avalia. Ele observa que, caso os políticos não sejam reeleitos em 2014, as ações penais devem ser encaminhadas a instâncias inferiores, atrasando ainda mais o desfecho dos casos.
A ação mais antiga envolve o deputado federal Fernando Giacobo (PR-PR) e chegou à Corte em 2003. O parlamentar responde por falsidade ideológica e crimes contra a ordem tributária. A ministra Cármen Lúcia, que relata o caso desde 2006, liberou o processo em abril deste ano. Devido à demora no julgamento, o crime de quadrilha prescreveu em 2011.
O presidente em exercício do PMDB, senador Valdir Raupp (RO) tem duas ações penais aguardando inclusão na pauta do dia, sob relatoria do ministro Celso de Mello. A primeira, por peculato, chegou à Corte em 2003 e ficou pronta em fevereiro do ano passado. A segunda, que está no Supremo desde 2004, trata de crimes contra o sistema financeiro e foi liberada para julgamento em 2007.
De acordo com o gabinete do ministro Celso de Mello, a demora de cinco anos para o segundo processo ser julgado não se deve a peculiaridades técnicas, mas sim à dificuldade de espaço na pauta do STF. Havia a expectativa de resolver a pendência no semestre passado, o que não foi possível devido ao julgamento do mensalão.
O deputado Jairo Ataíde (DEM-MG) também está pronto para ser julgado no STF por crime de responsabilidade e crime relativos à Lei de Licitações. O caso chegou ao STF em 2007 e já passou por dois relatores. A ministra Rosa Weber assumiu o processo em 2011 e o liberou para a pauta no ano seguinte.
O ministro Antonio Dias Toffoli levou dois anos para preparar duas ações penais, entregues em abril deste ano. Em uma delas, o deputado federal João Paulo Lima e Silva (PT-PE) responde por crime da Lei de Licitações. Na outra, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) responde por calúnia, em ação patrocinada pelo atual ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. A demora no julgamento levou à prescrição, em 2011, da acusação por injúria.
O deputado Tiririca (PR-SP) também já pode ser julgado pelo STF devido à apresentação de dados falsos à Justiça Eleitoral. O processo foi tirado da pauta em 2012 pelo relator Gilmar Mendes, devido à aposentadoria do revisor Cezar Peluso, e liberado novamente em junho deste ano.
Procurada pela Agência Brasil, a assessoria de imprensa do STF não informou, até o fechamento da matéria, se o presidente Joaquim Barbosa pretende priorizar o julgamento desses processos ainda este ano. A expectativa do ministro é definir o quanto antes a situação dos recursos do mensalão, o que deve durar pelo menos um mês.

Igreja Batista da Lagoinha está em campanha de oração pelo Brasil Serão 21 dias de jejum que se encerrará com um culto de 12 horas em Brasília reunindo diversos líderes evangélicos.



Igreja Batista da Lagoinha está em campanha de oração pelo BrasilBatista da Lagoinha está em campanha de oração pelo Brasil
A Igreja Batista da Lagoinha está realizando uma campanha de oração pela transformação do Brasil, os fiéis estão jejuando e orando desde o dia 25 de junho e ficaram firmes neste propósito até o dia 14 de julho.
A campanha foi lançada diante das manifestações que tomaram conta do país, os membros da IBL estão recebendo palavras de encorajamento e arrependimento e estão se unindo em suas casas para clamar pelos governantes e declarar que o Brasil é de Jesus.
Recentemente a igreja promoveu o culto Cristo Vivo, os fiéis se vestiram de branco representando a paz e juntos adoraram ao Senhor e fizeram orações pela nação.
A recomendação para as famílias que estão participando da campanha é reservar cinco minutos diários para interceder por este momento do país, mas esse clamor vai sair das casas para invadir as ruas da cidade de Belo Horizonte.
De acordo com um texto escrito por Ana Paula Valadão no dia 13 os membros da IBL estarão orando em lugares estratégicos da capital mineira. No dia 14 a igreja terá cultos de adoração, oração e proclamação da palavra a favor do país e no dia 15, líderes evangélicos estarão em Brasília para participar de um evento com duração de 12 horas seguindo os mesmos propósitos da campanha.
Essa mobilização espiritual tem recebido apoio de outros ministérios, incluindo internacionais como o Generals International, que tem a profetiza Cindy Jacob como co-fundadora e o ministério de oração The Call, representado pelo pastor Lou Engle.

Presidente Dilma receberá lideranças evangélicas para discutir protestos; Silas Malafaia, Marisa Lobo, Márcio Valadão e Ezequiel Teixeira estão entre os convidados


Presidente Dilma receberá lideranças evangélicas para discutir protestos; Silas Malafaia, Marisa Lobo, Márcio Valadão e Ezequiel Teixeira estão entre os convidados
O ministro Gilberto Carvalho afirmou na última quarta-feira, 3 de julho, que a presidente Dilma Rousseff receberá lideranças evangélicas para uma reunião na próxima semana, a fim de debater “o momento nacional”.
A reunião para discutir os protestos sociais que estão acontecendo por todo o Brasil foi anunciada após parte dos líderes cristãos terem criticado a presidente por receber ativistas gays no Palácio do Planalto para ouvir suas exigências.
A psicóloga cristã Marisa Lobo publicou em sua coluna neste portal uma carta aberta à presidente, pedindo que as lideranças evangélicas fossem ouvidas pelo governo no momento em que o país clama por mudanças.
A própria Marisa, além dos pastores Silas Malafaia, Márcio Valadão, Ezequiel Teixeira e o apóstolo Renê Terra Nova são nomes já confirmados para a reunião.
Gilberto Carvalho afirmou que a postura da presidente é atender a todos os setores da sociedade: “Seria um ciclo novo que estamos abrindo, além dos que já fizeram, sempre nessa perspectiva da importância de ouvir a sociedade, as demandas, aquilo que as ruas manifestaram. É um momento da presidenta ouvir diretamente questões, sugestões, análises do movimento sobre o momento nacional e, claro, apresentar as suas demandas, que, na medida do possível, serão tratadas depois pelo governo”, disse, segundo informações da Folha de S. Paulo.
O convite foi bem recebido dentro do meio evangélico. O pastor Vanderlei Miranda afirmou ao site da Igreja Batista da Lagoinha (IBL) que essa é uma oportunidade para os representantes evangélicos apresentarem de maneira explicita a postura da Igreja sobre as questões sociais.
Segundo Miranda, no entanto, é necessário cautela: “Esse encontro vem em boa hora, mas não pode ser em concorrência à atenção dada a outros grupos sociais e sim em respeito ao 1/4 da sociedade que professa ser cristã, e colabora com os cofres públicos quando ajuda viciados em bebidas a não darem gastos com a saúde; drogados a não serem presos ou reclusos em clínicas de reabilitação. Enfim, o governo deve ouvir os anseios dos evangélicos, garantir e reconhecer direitos que a Igreja tem e ajudá-la não com dinheiro, mas retirando percalços que existem diante das ações sociais cristãs, como a dificuldade de capelães em entrar nos hospitais e a proibição de uso dos espaços públicos para eventos”, ponderou.
Já o pastor Charles Campos, diretor de Comunicação da IBL, afirmou que essa oportunidade deve ser usada para unir a Igreja em favor do país: “Uma oportunidade para a Igreja se apresentar e mostrar a consciência cristã que também se importa com a vida política do país. Pois não é porque somos crentes que vamos pensar somente nas coisas do Céu, precisamos ser tolerantes e saber dialogar sobre o que acontece em nossa sociedade. Até mesmo para a presidente Dilma saber que oramos por ela e nos importamos com o nosso Brasil. Que este seja o momento da Igreja estar unida em busca do agir de Deus nesta transformação, que é fruto de uma busca de jejum e oração há muitos anos”.