Executivo da Yoki e mulher frequentavam igreja em SP

De acordo com a Folha de São Paulo, o empresário Marcos Kitiano Matsunaga, 42, e sua esposa, Eliza, 38, com quem tem uma filha, frequentavam a Catedral Anglicana de São Paulo desde quando se casaram.
Os membros da igreja não sabiam que o homem oriental que assistia às reuniões ao lado da esposa nos últimos três anos era o empresário da empresa Yoki e muito menos imaginariam que essa família seria abalada por um crime tão violento.
“Ele era um homem muito discreto. Nunca levou um pacote de farinha ou algo que demonstrasse que era um membro da família Yoki”, disso o reverendo Aldo Quintão ao jornal.
Elize está presa desde segunda-feira (4) e confirmou que matou o marido com um tiro na cabeça e depois o esquartejou. O crime tem sido noticiado em diversos meios de comunicação, causando indignação na opinião pública.
Ao longo desses dias a rotina da família também está sendo investigada pela polícia para tentar entender os motivos que fizeram com que a esposa de Matsunaga cometesse esse crime.
Até o momento a polícia afirma que o crime foi motivado por ciúme, Elize contratou um detetive particular que seguiu o empresário e constatou que nos dias 17 e 18 de maio ele havia estado com outras mulheres.

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Mulher vende sua alma em site de leilões

 
A Bíblia diz que uma alma vale mais do que o mundo inteiro, mas para a escritora Lori N, parece que dois mil dólares são o suficiente.
Há cinco anos, Lori tinha uma vida normal e trabalhava como escritora freelancer. Porém,  um grave acidente de carro mudou completamente sua vida. Ela estava no banco do passageiro de um carro atingido por um motorista bêbado. As consequências foram terríveis. Ficou em coma por três semanas até acordar para descobrir que sofrera um acidente vascular cerebral, fraturas no quadril, pélvis, perna, clavícula, esterno, algumas costelas quebradas e uma perfuração pulmonar. Além de tudo isso, também perdeu um de seus seios.
Com todas essas dificuldades físicas, Lori, que mora em Albuquerque, Novo México, disse ter grande dificuldade para trabalhar por horas e passou a se questionar se ela não podia mais usar o seu corpo, por que não tentar ganhar algo com a sua alma?
Ela explica sua decisão: ‘Eu acho que você poderia dizer [que é um grito de socorro]. Eu estou   pronta agora, estou cansada. Eu não me sinto bem. Estou perto do fundo do poço…  O que eu vou entregar é a oportunidade de alguém salvar a minha alma. Eles podem salvá-la através da oração, ou podem tentar salvá-la através da conversão. Quem comprar também vai receber um certificado, detalhando as áreas claras e escuras de minha alma”.
Para Lori, essa é uma garantia que o comprador terá, como os contratos que se assina quando   alguém  decide comprar um carro novo.
O lance inicial para esta “alma seminova” é de dois mil dólares. Apesar de ainda não ter recebido nenhuma proposta no site de leilões eBay, ela disse que se sente encorajada pelo grande número de visitas
Mesmo sabendo que  seu anúncio singular pode ofender as crenças de algumas pessoas religiosas, ela quer deixar claro que está realmente esperando que alguém faça uma oferta.
Não é a primeira vez que o eBay vê pessoas tentando vender suas almas pelo melhor preço. Na maioria das vezes o site tira a oferta do ar por causa das reclamações de que trata-se de um golpe. O caso mais famoso é do blogueiro e militante ateu Hemant Mehta, que em 2006, vendeu a sua por 504 dólares. O comprador foi o pastor Jim Henderson, de Seattle.
Mehta doou o dinheiro à  Secular Student Alliance e o pastor teve a oportunidade de levar a alma do ateu (acompanhada do corpo) para participar de uma série de cultos em diferentes igrejas evangélicas americanas durante algumas semanas. Depois de receber sua alma “de volta”, Mehta escreveu um livro sobre a experiência chamado “I Sold My Soul on eBay”, cujo prefácio é assinado pelo pastor Rob Bell.

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“Novo kit-gay” está sendo distribuído nas escolas brasileiras. Bancada evangélica pede explicações

Segundo o pedagogo e diretor de escola em São Paulo, Felipe Nery, um material similar estaria sendo distribuído entre alunos da rede pública e privada, com aval do MEC.

O kit-gay, material lançado pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) durante o mandato de Fernando Haddad, foi vedado pela presidente Dilma Rousseff após pressão da bancada evangélica, porém, segundo o pedagogo e diretor de uma escola em São Paulo, Felipe Nery, um material similar estaria sendo distribuído entre alunos da rede pública e privada, com aval do MEC.

Nery foi ouvido na última terça-feira, 04/07, pela Frente Parlamentar Evangélica durante uma reunião sobre o assunto. O pedagogo afirmou que os livros trazem figuras com apologia à homossexualidade, bissexualidade e transexualidade.

O pedagogo é membro do Instituto de Ensino Superior de São Paulo, e apresentou três livros que fazem parte do suposto novo kit-gay que o MEC estaria distribuindo nas escolhas públicas. De acordo com informações de Sandro Guidalli, do blog Fé em Jesus, os títulos são “Porta Aberta”, voltado para alunos de seis anos, da autora Mirna Lima e editado pela FTD; “Aprendendo a Viver, Sexualidade”, voltado para alunos de 10 e 11 anos, das autoras Patricia Mata e Lydia R. e editados pela Ciranda Cultural; e “Menino brinca de boneca?”, para todas as idades, de Marcos Ribeiro e editado pela editora Moderna.

Felipe Nery relata que os livros fazem apologia explícita à homossexualidade: “Nos livros podemos ver que são apresentadas figuras, dentre as quais há uma família dita normal mas onde também colocam dois homens e uma criança, duas mulheres e uma criança, criança sem o pai, os avós cuidando, filhos adotivos, etc. Isso não deveria nem constar nos livros para crianças de seis anos de idade que estão trabalhando a história desta forma. O ‘kit-gay’, de uma outra maneira, entrou nas escolas brasileiras”, afirmou.

O primeiro livro traz um “jogo da memória” com figuras que representem casais homossexuais com filhos, enquanto que no segundo, são apresentadas imagens com instruções para usar preservativos. O livro “Menino brinca de boneca?” traz no prefácio um texto da senadora Marta Suplicy (PT-S), defensora do PL 122.

Essa distribuição acontece nos casos de escolas que não possuem um projeto pedagógico completo, segundo Nery: “O colégio tem a opção de ter o seu próprio trabalho ou adotar o que o governo apresenta e o que ele apresenta são materiais como esse. Esses que apresentei aqui não são escritos pelo governo mas qualquer material que tem o símbolo do MEC vem com esta ideologia, não há diferença nenhuma nas editoras, há apenas um viés ideológico favorável ao homossexualismo, bissexualismo e transsexualismo”.

O pedagogo alerta que os pais devem acompanhar o material que é usado na educação de seus filhos: “O problema é que nós, pais, muitas vezes não vemos isso aqui. O diretor de colégio não vê isso aqui, ele confia no professor. Para o diretor é muito difícil ver todos os livros porque são pilhas e pilhas no final do ano para analisar. O professor é que vai ver o material. Muitas vezes o colégio ganha os livros que vão para a biblioteca e quem vai ver será o aluno. São centenas de editoras que trazem o mesmo tipo de material que é a ideologia implementada pelos ativistas homossexuais”, observou.

Os parlamentares da bancada evangélica farão uma comissão para analisar a denúncia do pedagogo e os livros apresentados por ele durante a reunião. O deputado federal Filipe Pereira (PSC-RJ) afirmou que deverão ser cobradas explicações do atual ministro da educação, Aloízio Mercadante (PT-SP): “Como ação política, antes mesmo de qualquer outra de natureza jurídica, defendo ir ao ministro e cobrar dele as explicações devidas”, pontuou.

Fonte: Gospel+











Depois da divulgação pelo Censo do IBGE 2012 da explosão evangélica frente a um declínio dos católicos no Brasil, Marco Feliciano faz um pedido de união dos cristãos e um aviso para que o povo evangélico não se iluda com os números.

O deputado pastor (PSC-SP), em uma postagem em seu blog nesta quarta-feira, fez um desabafo sobre a “real intenção” da mídia em divulgar os números e sobre seus sentimentos em relação à falta de união dos cristãos no Brasil.

“Entendo que essa divulgação não foi para aplaudir nosso crescimento! E sim, alertar os ativistas cristofóbicos, evangélicofóbios, bibliofóbicos, eclesiofóbicos e afins, que, se eles não nos pressionarem, se não nos destruirem, se não nos humilharem, se não nos expor mais, eles perderão a oportunidade que estão tendo nestes dias de acabar com a nossa conquista”, escreveu ele.

Segundo Marco Feliciano, a divulgação acelerou a ação de grupos homossexuais que enviaram um documento ao Supremo Tribunal Federal, pedindo aos juízes que julguem o crime de homofobia, parado no Senado Federal como o PL.122.

Ele fala sobre as questões no processo de luta do grupo junto ao Congresso e o STF em que há um jogo político para que se consiga a aprovação de leis que dizem respeito aos seus direitos.

"[Os ativistas] resolveram então semana passada enviar um documento ao Supremo Tribunal Federal, pedindo ao juizes que julguem o crime de HOMOFOBIA, parado no Senado Federal como o Pl. 122, cuja relatora é a Senadora Marta Suplicy, que, tem fugido da responsabilidade de colocar em votação este projeto, trazendo morosidade ao processo, dando argumentos para que os ativistas LGBTT tenham legitimidade em dizer ao STF que o CONGRESSO NACIONAL BRASILEIRO não tem competência para votar o Pl. 122".

Ele lembra que o Brasil não é homofóbico e alerta que se não houver uma mobilização haverá um grande prejuízo nas questões da liberdade de expressão no país.

E não apenas a questão dos homossexuais, mas também os assuntos como aborto, legalização das drogas, e a estimulação precoce da sexualidade e de crianças, estão em pauta na batalha política e social, em que ele se pergunta onde está a participação dos cristãos.

“Cadê a igreja? que assiste de longe, cobrando muito e agindo pouco, fechada em seus problemas internos . Somos 73 parlamentares evangélicos na Câmara Federal, e 3 no Senado Federal. Como podemos sozinhos segurar esta situação caótica que esta por vir?”

Feliciano aponta para todos os recursos, empresas, sabedoria, pessoas capacitadas e equipamentos necessários para “treinar o nosso povo” e fazer diferença no país.

“Temos equipamentos, inteligência e poder pra isso! Falta apenas uma atitude. UNIDADE. Temos editoras, Jornais e Revistas, mídias sociais, emissoras de Radios, emissoras de TV. Podemos ensinar nosso povo a manter contato com os congressistas, juristas, através de atos públicos, manifestações pacificas, precisamos não somente gritar , mas agir para sermos ouvidos.”

Feliciano revela que fala como um “parlamentar desesperado”, expressando seus sentimentos de opressão em meio ao seu trabalho na política em que a guerra espiritual é mais clara, com “a perseguição que vem maciça através da mídia tendenciosa e irresponsável , dos simpatizantes, militantes e ativistas GLBTT, ateus, abortistas e afins”.

“Fico sufocado quando estou em uma comissão e o assunto é orientação sexual. Todos se calam. Não concordam, mas se calam, pois o assunto é vivenciado pelo nosso povo como tabu”, desabafa.

Assim, o deputado mais uma vez reforça seu apelo aos líderes cristãos evangélicos ou católicos que se mobilizem e ensinem o povo sobre o “futuro do nosso país”.

“Fica aqui meu apelo mais uma vez, para que os grandes lideres evangélicos, católicos, enfim, cristãos, desta nação me ouçam, e se mobilizem, preparando seminários, conferencias, simpósios focados sobre o futuro do nosso país.”

E urge aos evangélicos que não se iludam com o crescimento evangélico divulgado pela mídia e enfatiza que isso pode estar promovendo divisões não somente entre evangélicos mas entre os cristãos católicos e evangélicos no país.

“Vamos deixar de lado nossas pequenas diferenças, e nos unir em amor com o que realmente nos uni DEUS e seus princípios se,não pararmos de olhar para nosso ‘umbigo-denominacional’, se não acordarmos hoje, agora, NÃO HAVERÁ O AMANHÃ.”

Fonte: The Christian Post