Construção da imagem de uma santa em Belém custará R$ 5 milhões aos cofres públicos

                                                            
                                        Construção da imagem de uma santa em Belém custará R$ 5 milhões aos cofres públicos


O prefeito da cidade de Belém (PA), Duciomar Gomes da Costa, anunciou que já se encontra em andamento a licitação para construção de uma imagem de 75 metros de altura de Nossa Senhora de Nazaré, orçada em cerca de R$ 5 milhões.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Costa está em seu segundo mandato que já foi cassado pela justiça sob acusação de compra de votos. Porem o prefeito conseguiu recorrer e voltar ao poder municipal.
A imagem será construída na margem do rio Guamá, no bairro da Condor, perto do Portal Amazônia. E o prefeito garante que a obra ficará pronta até o segundo domingo de outubro, quando ocorrerá a festa religiosa do Círio.
Mas o jornalista Paulo Lopes levanta a questão da inconstitucionalidade da obra, uma vez que nenhuma instância do governo pode aplicar recursos em obra ou atividade religiosa. A constituição federal não permite que verbas públicas sejam aplicadas em nenhum projeto que esteja diretamente ligado a atividades religiosas.
Porém a laicidade do estado brasileiro já vem sendo ignorada há muito tempo por diversas instâncias de governo, um exemplo é a própria festa do Círio, na qual todos os anos um navio da Marinha é utilizado para transportar uma imagem da santa.
Fonte: Gospel+

A Igreja Evangélica e a Política Brasileira



A Igreja Evangélica e a Política Brasileira 
''Vamos mostrar a nação brasileira, a força da igreja cristã neste país, que enquanto estiver é O SAL DA TERRA e A LUZ DO MUNDO"

Estudando um pouco de história política no Brasil, deparei-me com uma informação que me deixou surpreso! O Brasil já teve um Governante Protestante! Sim, o nobre General Giezel, de confissão luterana.

Nas ultimas décadas, salvo a manifestação massiva e atuante da Igreja Católica Romana na politica brasileira, houve um desdem por parte dos evangélicos sobre este assunto.

A falta de um posicionamento dos lideres evangélicos, que por sua vez demonizaram a politica e desestimulavam qualquer cristão a se envolver com o assunto, provocou um desfavor à nossa Pátria bem como a igreja.

Com muita dificuldade e "pisando em ovos" alguns cristãos evangélicos foram rompendo tais barreiras e aos poucos chegando ao escalão politico brasileiro. E de repente as grandes igrejas entenderam a necessidade de ter representantes de seu segmento no cenario politico nacional.

Mas, a falta de vigilancia, compromisso com o reino e o total despreparo, incluindo espiritual, levaram a bancarrota tais politicos evangélicos, que naquele tempo através do que foi chamado Sanguessugas, a CPI das Ambulancias, que, por sua vez, tal escandalo foi o responsavel pela quase extinção dos evangélicos na casa das leis.

Aprofundar nesse assunto nos levará a uma grande trama, uma grande conspiração contra os evangelicos na camara dos Deputados, visto que, de todos os parlamentares acusados, quase 100 ao todo, incluindo 90% de todos os evangelicos da casa, apenas 8 foram considerados culpados, todavia, graças a super-exposição na mídia, e a "santidade" reinante no movimento evangélico brasileiro fez com quem no pleito seguinte, pastores e suas ovelhas, preferissem transferir seus votos dos "fracos parlamentares evangélicos", para os "fortes parlamentares ateus-feiticeiros-sodomitas".

O resultado pela falta de parlamentares genuinamente cristãos, que por mais fracos que fossem, se la estivessem em um número representativo na votação de uma lei que até hoje tira o sono da igreja cristã brasileira (católicos+evangélicos), teria sido diferente, a famigerada Pl.122 .

Outro problema que detectei, foi que a maioria das igrejas que "abriram" suas mentes para a politica, proibiram seus sacerdotes de atuarem como parlamentares, pregando que: "Pastor que se mete em politica perde a unção e o ministério". Esse talvez tenha sido um dos maiores erros da igreja, afinal, enviar para o parlamento homens cristãos, de boa indole, empresarios, todavia despreparados espiritualmente, sem força de enfrentamento as hostes malignas que operam naquele lugar, a fraqueza diante das tentações, facilitou e muito para que a corrupção deles se apoderassem.

Um pastor na politica é infintamente mais visado, portanto sabe ele que qualquer escandalo com seu nome podera ser sinonimo de falencia ministerial, isso o fará vigiar mais, ficar mais atento.

Quando algumas igrejas, tiraram o altar de seus pastores, bispos, sacerdotes, por terem se tornado politicos, eles perderam a motivação para a santidade, a falta do pulpito tirou deles a blindagem espiritual, a força que os levou ao parlamento, a certeza de que executariam um plano divino se desvaineceu, e isto os fez esquecer o que eles eram: sacerdotes e os transformaram naquilo que eles estavam: politicos.

Na ultima eleição para Presidente, a igreja cristã brasileira em todos os seus segmentos, foi a grande responsavel pelo segundo turno. A mobilização nas redes sociais e pregações em pulpitos, sobre assuntos como Aborto, Homossexualidade, fim da liberdade de culto levaram a nação a repensar sobre a liderança da atual Presidente da Republica.

Infelizmente após a eleição, compromissos foram esquecidos, e o inferno mais uma vez se levanta. Falo não como observador agora, mas como Politico atuante em pleno mandato, precisamos nos fortalecer! Neste ano de 2012, teremos a oportunidade de eleger governantes e legisladores municipais.

Peço encarecidamente que lideres evangélicos em suas cidades se reunam para discutirem sobre as eleições municipais, se possivel, indicando candidatos cristãos genuinos!

Peço também que, caso o candidato a Prefeito de seu municipio for um deputado, investiguem seu trabalho na camara dos deputados, peçam informações! Por exemplo, um candidato a Prefeito da capital de SP é o Pai do "kit gay"; uma candidata a Prefeita de Porto Alegre é a madrinha do movimento Homossexual e ambos simplesmente esnobam e ignoram nossos principios cristãos!

Vamos eleger o maior numero de vereadores evangélicos pois eles serão os responsaveis pelas leis municipais!

Vamos mostrar a nação brasileira, a força da igreja cristã neste país, que enquanto estiver é O SAL DA TERRA e A LUZ DO MUNDO!

Oremos pela nossa nação, oremos pelo mundo, que Deus nos abençoe.

"Quando o Justo Governa, o Povo se Alegra!" Provérbios 29:2

Pr. Marco Feliciano

Deputado Federal-PSC-SP

Evangélicos podem ajudar a decidir eleições municipais deste ano

    Evangélicos podem ajudar a decidir eleições municipais deste ano
Durante a campanha presidencial de 2010, muito analistas acreditam que os evangélicos foram determinantes para a realização de um segundo turno. Questões como a legalização do aborto e o casamento homossexual passaram a ser debatidos também nos púlpitos. José Serra (PSDB) colocou inclusive líderes como Silas Malafaia e Valdomiro Santiago para falar durante o horário eleitoral na TV.
Além disso, Dilma Rousseff (PT) foi amplamente criticada pela ala conservadora do catolicismo, mas teve ao seu lado líderes da Assembleia de Deus, Renascer e outras denominações.
Para a eleição a prefeito deste ano, a maioria dos partidos já fazem uma aproximação, buscando atrair o voto da maior quantidade de igrejas possível. O assunto foi tema de uma reportagem publicada nesta segunda-feira pela “Folha de São Paulo”.
Em São Paulo, o Partido Social Cristão (PSC), próximo da Assembleia de Deus, e Partido Republicano Brasileiro (PRB), ligado à Igreja Universal, se uniram para lançar Celso Russomanno como seu candidato.
Lideranças de partidos maiores como PT, PSDB e PMDB também buscam uma aproximação com os religiosos, querendo que essa aliança dê uma melhor imagem para seus candidatos.
Fernando Haddad, pré-candidato do PT, e atual ministro da Educação, possivelmente terá  dificuldades para conquistar o voto dos evangélicos por conta do polêmico “kit gay” que tentou distribuir nas escolas. Por outro lado, ele conta com o apoio de setores progressistas da Igreja Católica.
Para especialistas, as igrejas são alvo dos políticos porque o púlpito muitas vezes serve de palanque e os pastores têm público cativo.
“O pastor mantém a neutralidade o máximo que pode. Por que vai pedir voto antes da hora e correr o risco de alguém da congregação simpatizar com o adversário?”, explica o vereador evangélico Carlos Apolinário (DEM).
Segundo a Folha, as igrejas pentecostais são muito procuradas, em especial Assembleia de Deus, Igreja Universal do Reino de Deus, Igreja Internacional da Graça de Deus, Igreja Renascer em Cristo e Igreja Mundial do Poder de Deus.
O motivo desse interesse político é a penetração das igrejas na periferia, onde um pastor geralmente já tem ascendência sobre os fiéis.
“Os pentecostais estão em regiões com nível de escolaridade menor, então é mais fácil construir um discurso”, diz o cientista político Cesar Romero Jacob. Isso não garante que pastores possam impor um “voto de cabresto religioso”. ”Em São Paulo, o peso das religiões é diminuído diante da força do PT e do PSDB. São os partidos que dão o tom da disputa na cidade”, diz Jacob.
Na eleição de 2008, por exemplo, Marta Costa (PSD) disputou a reeleição como vereadora tendo o apoio do seu pai, o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus. Mesmo assim elegeu-se pelo DEM com apenas 40 mil votos, menos que os 50 mil conquistados pelo ex-judoca Aurélio Miguel (PSDB).
Segundo o sociólogo Antônio Flávio Pierucci, da USP, a maior influência das igrejas é o poder de veto. ”Não existe voto religioso no sentido de um grupo votar em quem o pastor manda, mas a religião pode levar o cidadão a não escolher determinado candidato que apoia bandeiras contrárias a sua fé”, explica.
Para ele, aborto e casamento gay não são temas municipais e por isso a mobilização dos religiosos se dará em outras frentes.

(Fonte Gospel Prime)

Justiça determina prisão imediata de condenados por matar deputada


O juiz federal André Luís Maia, presidente do Tribunal do Júri e titular da 1ª Vara Federal de Alagoas, determinou nesta quinta-feira (19) a prisão dos cinco condenados pela morte da deputada federal Ceci Cunha, do marido e de mais dois parentes dela em 1998.
O julgamento, em primeira instância, terminou com a determinação de penas que variam entre 75 e 105 anos. Na visão da promotoria, o crime que ficou conhecido como "Chacina da Gruta" foi planejado pelo então suplente da deputada, que desejava assumir o mandato. A defesa dos réus recorreu da condenação.
O júri popular começou na segunda-feira (16) e terminou pouco depois das 7h desta quinta. Os debates entre defesa e acusação duraram 23 horas e o juiz levou quase duas horas na leitura da sentença.

O juiz determinou que os réus saíssem do tribunal presos, considerando que o Supremo Tribunal Federal (STF) admite a prisão preventiva dos autores da chacina devido ao constrangimento da Justiça, após a demora de tantos anos para o júri ser realizado após várias ações de recurso da defesa tentando postergar o julgamento.
Logo após a sentença, o advogado dos réus entrou com um recurso de apelação contra a condenação e pediu que o juiz remeta os autos para o Tribunal Regional Federal da 5ª Região.
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A defesa argumenta também que os réus foram de livre e espontânea vontade ao local e pediu que eles pudessem falar com seus familiares antes de serem conduzidos à cadeia pela Polícia Federal.

O advogado também pediu prisão especial para ex-deputado federal Talvane Albuquerque, que é médico. Os dois pedidos foram aceitos. Também foi dispensado o uso da algema.

Condenações
Os jurados condenaram o ex-deputado federal, acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de ser o mandante do crime, a 103 anos e 4 meses de reclusão. Ele foi apontado como mandante e por ter agido de forma premeditada e planejado todos os assassinatos.

Foram condenados como executores Jadielson Barbosa da Silva e José Alexandre dos Santos, ambos a 105 anos de prisão, segundo a Justiça Federal. Já Alécio César Alves Vasco teve a pena fixada em 87 anos e três meses, enquanto que Mendonça Medeiros Silva cumprirá pena de 75 anos e 7 meses, todos em regime fechado.
                                     Deputada Ceci Cunha foi morta em 1998 (Foto: Reprodução / TV Globo) 
                                         Deputada Ceci Cunha foi morta em 1998
                                              (Foto: Reprodução / TV Globo)
Os réus foram condenados também a pagar danos morais e materiais a quatro dependentes das vítimas, sendo que cada um dos dependentes terá direito a R$ 100 mil de indenização por danos materiais e 500 salários mínimos por danos morais.

A Justiça Federal divulgou que, desde o início do caso, os acusados negaram participação no crime. As versões foram reiteradas durante o julgamento.
Não foi divulgado se todos os setes jurados votaram a favor da condenação de todos os réus. A votação da sentença durou mais de 8 horas. Durante esse tempo, os réus conversavam e mostravam aparente tranquilidade no tribunal.